sexta-feira, 11 de julho de 2014
Mais invernos existenciais
Que a primavera faça nascer flores no meu mais intimo, que feche as feridas abertas e reabertas pelo frio, que traga cor aos dias que acostumaram-se as escalas de cinza. Alguns períodos de transição são mais complicados que outros, o inverno é renascer... Ele mal começa e já não vejo a hora de abandonar o casulo. Entendo, por fim, que exteriorizar é vazio sem antes interiorizar. Se a espera pela primavera emocional demora... Porque não fazer flores de gelo?
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Invernos Existenciais
Eu costumava ser uma casa no lago, eu era uma casa... Em dias como estes, eu deveria ser o lago, mas sou a poça d'água. Estou diluída numa poça de emoções que não evapora, eu sou o que restou da tempestade. Mas já choveu, então que opção me resta a não ser penetrar na terra gelada na esperança de um breve florescimento?
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Fragmentos de amor
Porque as pessoas insistem em colocar o amor apenas como verdadeiro se presente de forma atual no mundo físico? O amor, o amor mesmo ultrapassa o tempo. Eu senti e sinto constantemente a plenitude do amor de forma infinita.
Logo me viro para meu baú de memórias e observo lá algumas pessoas que passaram pela minha vida mas que hoje não mais fazem parte do meu dia a dia de forma física, porém agem através de mim por meio das contribuições que deixaram para que eu pudesse me tornar a pessoa que sou hoje... E sei que as amo, eu as amo.
Eu amo infinitamente quem está aqui presente e não vou deixar de amar quem decidir partir. Sinto sim aquela dorzinha no peito, aquela mágoa pequenina por quem partiu sem explicação e chamo isso de “Aquela saudade”. Assim como algumas pessoas precisaram partir eu também tive que partir muitas vezes para entender que a vida é um ciclo sem fim e que não somos mais quem éramos no passado e que aquelas pessoas tiveram que ir embora pra se tornarem outras e assim evoluir. Mas o amor não deixa de ser verdadeiro quando alguém vai embora, porque as pessoas que marcam nossa vida vivem eternamente dentro de nós, ninguém vai embora intacto... O amor vive em nossas lembranças de forma plena e age sobre nós diariamente. Se pararmos então para pensar... Somos feitos de amor! Então como podem nos dizer que o amor que sentimos não é verdadeiro?
Digo com todas as letras EU AMO e sinto vontade de gritar EU AMO! EU AMO! EU AMO!
Mas as vezes não... As vezes não falo nada.
Sempre que amamos sentimos a vida infinita pulsando em nossas veias mas a roda da vida não para, tenho medo de futuramente precisar ir embora, tenho medo que o meu amor seja visto como ilusório quando sei que ele é infinito. Deixando em meu bauzinho todos estes amores, me volto agora para o meu presente e sei que unir o ideal de amor ao amor em meu cotidiano é como ser levado pela forte correnteza de um rio, para permanecermos juntos basta não soltarmos aos mãos, ninguém exclui a possibilidade de cairmos nas pedras, mas depois de entender que somos feitos de amor a vida não tem nenhum sentido se não for pra segurarmos as mãos daqueles que amamos. E se um dia precisarmos partir, soltaremos juntos nossas mãos e levaremos nos bolsos fragmentos de nosso amor.
Logo me viro para meu baú de memórias e observo lá algumas pessoas que passaram pela minha vida mas que hoje não mais fazem parte do meu dia a dia de forma física, porém agem através de mim por meio das contribuições que deixaram para que eu pudesse me tornar a pessoa que sou hoje... E sei que as amo, eu as amo.
Eu amo infinitamente quem está aqui presente e não vou deixar de amar quem decidir partir. Sinto sim aquela dorzinha no peito, aquela mágoa pequenina por quem partiu sem explicação e chamo isso de “Aquela saudade”. Assim como algumas pessoas precisaram partir eu também tive que partir muitas vezes para entender que a vida é um ciclo sem fim e que não somos mais quem éramos no passado e que aquelas pessoas tiveram que ir embora pra se tornarem outras e assim evoluir. Mas o amor não deixa de ser verdadeiro quando alguém vai embora, porque as pessoas que marcam nossa vida vivem eternamente dentro de nós, ninguém vai embora intacto... O amor vive em nossas lembranças de forma plena e age sobre nós diariamente. Se pararmos então para pensar... Somos feitos de amor! Então como podem nos dizer que o amor que sentimos não é verdadeiro?
Digo com todas as letras EU AMO e sinto vontade de gritar EU AMO! EU AMO! EU AMO!
Mas as vezes não... As vezes não falo nada.
Sempre que amamos sentimos a vida infinita pulsando em nossas veias mas a roda da vida não para, tenho medo de futuramente precisar ir embora, tenho medo que o meu amor seja visto como ilusório quando sei que ele é infinito. Deixando em meu bauzinho todos estes amores, me volto agora para o meu presente e sei que unir o ideal de amor ao amor em meu cotidiano é como ser levado pela forte correnteza de um rio, para permanecermos juntos basta não soltarmos aos mãos, ninguém exclui a possibilidade de cairmos nas pedras, mas depois de entender que somos feitos de amor a vida não tem nenhum sentido se não for pra segurarmos as mãos daqueles que amamos. E se um dia precisarmos partir, soltaremos juntos nossas mãos e levaremos nos bolsos fragmentos de nosso amor.
“A coisa mais importante que se pode aprender é simplesmente amar e em troca amado ser” Moulin Rouge.
sábado, 29 de março de 2014
Fuga Urbana
Eu quero dar um tempo, eu quero tomar um ar. Quero acordar com alguém dizendo "Vamos a praia?" e ir a praia mesmo sabendo que vamos deitar na areia e dormir novamente, porém ouvindo a brisa do mar. Eu quero caminhar e conversar sem correr pra lugar nenhum, sem ter onde chegar. A cidade as vezes me deixa em caos por dentro, é como ficar em pé numa placa de madeira que flutua na água e dança mas não querer se molhar. Tentar me manter em equilíbrio tem me deixado exausta, eu preciso me acostumar! Mas preciso mais ainda planejar minha próxima pequena e plena fuga urbana.
Assinar:
Postagens (Atom)